Vou te contar um pouco sobre meu perfil de viajante
Cada viajante é único, e o meu perfil combina planejamento minucioso com a filosofia
slow travel. Começo a organizar minhas viagens com um ano de antecedência,
mergulhando em fotos e vídeos. Escolho países próximos para otimizar a logística e
monto um “esqueletão” do roteiro, definindo trajetos, transportes e hospedagens. Uma
regra pessoal? Sempre incluo um trecho para explorar de carro, pois amo dirigir por
estradas cercadas de natureza, vilas medievais e pela área rural.
Exigências e gostos: Na hospedagem, sou criteriosa: limpeza nota 11, localização
central, bom chuveiro, ar-condicionado no verão e, obrigatoriamente, elevador ou térreo
(nada de subir escadas com malas!).
No dia a dia, o almoço é sagrado: gosto de comer muito bem e sem pressa, em bons
restaurantes, à noite faço apenas um lanchinho. A qualquer disparo de dúvida que tenha
no caminho, priorizo o contato humano em vez de telas iluminadas, e nunca falhou.
Logística e comunicação: As compras ficam para a última capital do roteiro, onde não
puxo mais a mala, facilitando meu retorno ao Brasil. E mesmo sem falar inglês fluente,
me viro misturando idiomas para ser compreendida. Registro tudo em um caderno
artesanal que eu mesma decoro e organizo; ele se torna meu guia personalizado e
diário.
A “Síndrome” de Wanderlust: sofro desse desejo incontrolável de viajar o mundo e a
obsessão de planejar esta viagem. Embora me considere do time slow travel — gosto de
vivenciar os destinos, absorver a cultura local, porque a pressa não é minha
companheira. Só volto para casa quando o itinerário termina ou, como acontece
geralmente, o dinheiro acaba!
